ICS NA MÍDIA

Entrevista concedida pelo Dr. Philip Wollf, diretor da Clínica Genics, para a rede CNT - programa Notícias & Mais, dirigido por Leão Lobo.

Tema da entrevista: Paciente com câncer pode preservar a sua fertilidade.

Parte 1

Parte 2

 

BARRIGA DE ALUGUEL ENTRE IRMÃS REALIZA O SONHO DA MATERNIDADE

Matéria divulgada no Portal Sempre Materna em 13/11/2010

Casada há cinco anos, Eliana tem o útero fechado, não pode engravidar e foi a partir de uma idéia de sua irmã que ela realizou esse grande sonho.

Eliana conheceu Julian Alfred Orr durante uma festa em São Paulo em 2005. Ele é americano, veio para o Brasil apenas para passar férias, mas acabou ficando no país por seis meses por causa de Eliana. Ao retornar para os EUA, já estava noivo de Eliana que o acompanhou na viagem.

Ela sempre desejou ser mãe e quando se casou, logo começou a tentar a gravidez. Entretanto, Eliana tinha um problema: ela não menstruava desde a adolescência, o que a deixou preocupada. Os médicos dos Estados Unidos disseram que ela tinha o útero fechado e sugeriram a inseminação artificial.

Ela fez a tentativa, mas não deu certo. Os especialistas disseram que ela não conseguiria ser mãe e então, sugeriram que ela realizasse a barriga de aluguel, opção que descartou imediatamente, indo direto para a adoção.

As leis de inseminação em barriga de aluguel são diferentes entre os dois países. Nos Estados Unidos é comum e permitido pela lei enquanto que no Brasil, só é permitida a "doação temporária de útero" e apenas quando a doadora pertence à família da mãe genética, num parentesco de até segundo grau.

Ao saber da impossibilidade de ser mãe, Eliana ficou muito deprimida e ao ligar para a irmã Angélica Oliveira de Souza, 30 anos, que mora no Brasil, para contar o que havia acontecido recebeu a proposta da irmã. “Ela me disse: vem pra cá e eu te empresto minha barriga. Eu gero meu sobrinho pra você. Quero muito realizar seu sonho de ser mãe”. Eliana conta que no começo achou tudo uma loucura e nem cogitou a possibilidade.

Ao vir ao Brasil, procurou outros médicos que descobriram que ela tinha um problema sério no útero e que precisaria de um tratamento a longo prazo. Nesse período Angélica conversou muito com ela e mesmo assim, não conseguiu convencê-la.

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TIPO SANGUÍNEO PODE AFETAR FERTILIDADE DE MULHERES ACIMA DE 35 ANOS

Matéria divulgada na Folha de São Paulo em 26 de outubro de 2010.

A capacidade de uma mulher engravidar depois dos 35 anos pode ser influenciada por seu tipo de sangue, segundo pesquisadores da Albert College of Medicine, em Nova York, e da Universidade de Yale. A informação foi publicada no site da "BBC News".

O estudo americano analisou 560 mulheres submetidas a tratamentos de fertilidade e descobriu que aquelas com tipo sanguíneo "O" tinham indícios químicos ligados a um baixo número de óvulos.

Não há uma explicação clara para os resultados, apresentados em uma conferência da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, em Denver.

A pesquisa focou os níveis de uma substância química chamada FSH (hormônio folículo estimulante) em mulheres que tinham idade média de 35 anos.

A mulher tem um número fixo de óvulos --sua "reserva ovariana"--, liberados gradualmente ao longo de sua vida fértil.

Altos níveis de FSH são indicadores de que essa reserva está diminuindo mais rápido --o que pode reduzir as chances de concepção quando a mulher chega aos 35.

A análise das amostras de sangue revelou que as mulheres com tipo de sangue "O" tinham maior quantidade de FSH. Já aqueles com sangue tipo "A" tinham níveis mais baixos do hormônio.

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